Parece estranho esse tipo de constatação a essa altura, mas é realmente assim que me sinto.
Cada gravidez é única, o sentimento em relação a cada fase, a postura diante de cada sensação, afinal cada uma acontece em fases diferentes da vida, são momentos e situações diferentes.
Na minha primeira gravidez tive vários problemas que me levaram ao pronto atendimento diversas vezes e várias internações, porém não me lembro de ter sensação de medo de perder o bebê ou sentir a fragilidade do ser que habitava em meu ser, encarei tudo com muito otimismo e só me dei conta do risco que corremos depois que tudo já havia passado.
A segunda gravidez foi tão inesperada quanto a notícia do aborto espontâneo depois de uma semana, fomos do êxtase ao luto em uma semana e embora não era uma gravidez planejada o coração da gente cria um espaço para esse novo bebê, ficamos radiantes com a noticia e logo após tivemos a decepção, foi muito difícil superar aquele vazio.
Depois de 6 meses decidimos que já era hora de planejar a chegada de um irmãozinho para a Nicoly, então começamos a maratona com exames e complementos para dessa vez dar tudo certo e 4 meses depois tivemos a noticia tão aguardada: O Papai do Céu ouviu nossas orações e enviou um presente, o sonho começou porém acho que inconscientemente eu não conseguia me convencer que depois de 8 meses abraçaria meu bebê, penso que seja uma medida para não sofrer decepções e foi assim até hoje. Semana após semana, vencendo um desafio após o outro mas com aquele sensação estranha de não estar ali, de não ser fato.
Hoje com a barriga cada dia mais aparente e sentindo em minhas mãos embora sutilmente os movimentos do meu bebê, ver a cada dia seu desenvolvimento contínuo, meu amor crescente a cada dia... Hoje consigo planejar o projeto da decoração do quartinho, o enxoval e até mesmo minha rotina depois da chegada desse novo Presente de Deus.
Cada gravidez é única, o sentimento em relação a cada fase, a postura diante de cada sensação, afinal cada uma acontece em fases diferentes da vida, são momentos e situações diferentes.
Na minha primeira gravidez tive vários problemas que me levaram ao pronto atendimento diversas vezes e várias internações, porém não me lembro de ter sensação de medo de perder o bebê ou sentir a fragilidade do ser que habitava em meu ser, encarei tudo com muito otimismo e só me dei conta do risco que corremos depois que tudo já havia passado.
A segunda gravidez foi tão inesperada quanto a notícia do aborto espontâneo depois de uma semana, fomos do êxtase ao luto em uma semana e embora não era uma gravidez planejada o coração da gente cria um espaço para esse novo bebê, ficamos radiantes com a noticia e logo após tivemos a decepção, foi muito difícil superar aquele vazio.
Depois de 6 meses decidimos que já era hora de planejar a chegada de um irmãozinho para a Nicoly, então começamos a maratona com exames e complementos para dessa vez dar tudo certo e 4 meses depois tivemos a noticia tão aguardada: O Papai do Céu ouviu nossas orações e enviou um presente, o sonho começou porém acho que inconscientemente eu não conseguia me convencer que depois de 8 meses abraçaria meu bebê, penso que seja uma medida para não sofrer decepções e foi assim até hoje. Semana após semana, vencendo um desafio após o outro mas com aquele sensação estranha de não estar ali, de não ser fato.
Hoje com a barriga cada dia mais aparente e sentindo em minhas mãos embora sutilmente os movimentos do meu bebê, ver a cada dia seu desenvolvimento contínuo, meu amor crescente a cada dia... Hoje consigo planejar o projeto da decoração do quartinho, o enxoval e até mesmo minha rotina depois da chegada desse novo Presente de Deus.
Comentários
Postar um comentário